Aumento da incidência de casos de Covid-19 no Estado de Rondônia é pauta de reunião entre o Tribunal de Contas e autoridades do Estado

 Nessa terça feira, 23 de novembro, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE/RO), sendo representado pelo Conselheiro Presidente Paulo Curi Neto, juntamente com o Secretário Geral de Controle Externo, Marcus Cezar Santos Filho, o auditor de Controle externo, Régis Ximenes e o Assessor de conselheiro, Wagner Ferreira, além do Procurador Geral do Ministério Público de Contas Adilson Moreira Medeiros, os Promotores de Justiça Emília Oiye, Valentina Noronha Pinto, Welson da Costa Rodrigues e Julian Imthan Farago, o Secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, a assessora técnica da Sesau Rebeca Ribeiro, o Diretor de Vigilância Sanitária Coronel Gregório Lima e os servidores Caio Nemeth e Flávia Serrano, realizaram uma reunião tendo como pauta o aumento da incidência do Covid-19 no Estado. 

  Esse aumento é principalmente em função dos não vacinados, mas também pelo fato das medidas de flexibilização sanitária que estão sendo promovidas, e que estão dando um falso diagnóstico de que tudo esteja novamente normal. Os casos registrados do covid-19 nos últimos 60 dias demonstram um aumento na ordem de 300%, já que os casos ativos chegaram a 650 e agora atualmente já são 2.433 casos. E segundo os órgãos sanitários houve também um aumento significativo no número de internação.

  Um número até importante que foi destacado, é que nos casos de internação, 60% são de pessoas que não se vacinaram ou não completaram o ciclo vacinal. Isso nos remete a convidar as pessoas que ainda não tomaram a 2ª dose, que procurem um posto de vacina e complete o esquema vacinal.

  Nessa reunião o TCE, MPC e o MP firmaram uma posição, para que o Estado em conjunto com os municípios programem ações a fim de evitar que tenhamos um novo quadro caótico como o já acontecido anteriormente. Entre essas medidas está o aumento da transparência das ações, a evolução dos contaminados e a quantidade de leitos disponíveis, uma busca ativa por parte dos municípios das pessoas que não se vacinaram, mesmo que seja para a 2ª dose. Os municípios devem ainda, descentralizar a vacinação, e reafirmar medias de seguranças essenciais para reduzir a possibilidade de contaminação, como por exemplo, o uso da máscara.

  As ações que o Estado irá adotar serão acompanhadas pelos órgãos fiscalizadores, a fim de verificar se de fato as medidas necessárias estão sendo adotadas, inclusive na expansão de leitos, caso venha ter um aumento desenfreado dos números de internados em ambulatórios, nas UTIs e dos casos de morte. Também o TCE, MPC e MP vão estar na retaguarda para verificar as ações que o Estado estará implementando caso seja necessário aumentar o número de leitos a fim de que a população não se submeta as famigeradas filas de espera por um leito nas unidades hospitalares.

Fonte: Rolim Notícias .

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